Olá, amigos!
Voltando após um período de dias maravilhosos, muito trabalho e algumas atividades de artesanato.
Lá em Maringá, nas horas de folga, fiz algumas costurinhas. Mas quero apresentá-las de uma só vez, quando estiverem todas concluídas, numa próxima postagem.
Por hora, venho lhes apresentar algumas pecinhas, feitas para o dia das mães:
Trio de mini cachepots com tulipinhas
Delicado, gracioso para enfeitar um cantinho da casa.
Bandeja aparador de porta petiscos
Feita em estilo rústico, com gel envelhecedor...
...e decoração pertinente. Charmosinha!
Maquininha de costura, porta apetrechos de costura
...decorada com florinhas, aplique de tesoura...
...e detalhes de botõezinhos. Ficou fofa!
Puxa saco com estampa vaquinha e amigos
Este papel, em estilo meio country, deu todo charme à peça, feita em estilo rústico também.
Bandeja com vidros porta temperos
Em verde bem clarinho, forrado com tecido de vaquinhas...
...vidros com tampa recoberta pelo mesmo tecido, fita de cetim combinando...
...e acabamento com florinhas de biscuit.
A cozinha vai ficar mais bonita, não vai?
Outro porta temperos, desta vez, multiuso
Porta papel alumínio...
...porta filme pvc e porta papel toalha...
...e porta temperos, com vidros decorados com vaquinhas, inclusive na tampa.
Estes presentinhos já partiram para os distribuidores.
Para minha sobrinha, que se casou a alguns dias atrás, fiz estas iniciais, que enfeitaram a mesa de doces...
... e esta plaquinha...
...carregada por um pequenino, à entrada da noiva.
E esta foi a encomenda que forçou a parada da lojinha rs rs rs. Não deu nem tempo de fotografá-la, tamanha era a pressa. Dois conjuntos para fogão, dois conjuntos de jogo americano...
...empacotados e entregues. Missão cumprida e cliente satisfeita!
Em minhas andanças por Maringá, achei esta forminha para cupcakes...
...toda de teflon...
...com este fundo amarelo, lindo! Lógico que eu não ia deixar escapar, não é?!
Era o que estava faltando para me estimular a testar esta receita de Bolinhos de laranja com nutella, da minha querida Denise Moraes.
Aqui estão eles, bonitinhos...
...e deliciosos! Hummmmmmm!
E, para encerrar, uma sugestão para o Dia das mães: Bacalhau desfiado com batata assada
Simples, rápido e D I V I N O. Vi na TV do Mercadão, lá em Maringá.
- Lave as batatas (mais ou menos 8 grandes), tempere com pouco sal, azeite e ervas finas, ou orégano, ou os temperinhos que quiser e asse no forno convencional (com casca e tudo), até que fiquem douradinhas. Reserve.
- Desalgue o bacalhau (usei 2 bandejinhas dele já em lascas) e depois cozinhe em uma mistura de leite (2 copos) e água (2 copos), por uns 10 minutos. Escorra e reserve.
- Numa panela, coloque um pouco de azeite e frite um pouco de alho e cebola. Misture o bacalhau, azeitona cortadinha e cheiro verde e vá mexendo, até ficar douradinho.
- Numa tigela untada faça: uma camada de batatas, uma camada do bacalhau refogado, um copo de requeijão; outra camada de batata, outra de bacalhau e mais um copo de requeijão.
- Leve ao forno para gratinar.
- Sirva com arroz branco, salada de folhas e um bom vinho branco.
Para as mamães, principalmente amigas deste blog, deixo meu carinhoso abraço, meu sincero desejo de que Deus a todas abençoe, dê-lhes muita força, coragem, fé e paciência nesta missão que, com todo respeito, considero uma das mais difíceis da vida. Se Deus nos concedeu nossos filhos, certamente, na Sua infinita sabedoria e misericórdia, nos considerou e considera capazes de cumprí-la, ainda que com nossas muitas limitações! Que assim seja!
Para Sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
, "Lição de Coisas: poesia". São Paulo: J. Olympio, 1965.

